1. Se o objetivo é explicar e receber contatos
Um site institucional organiza serviços, provas reais e dúvidas. Uma landing page pode atender uma oferta específica. Se a venda depende de avaliação personalizada, conduzir uma conversa qualificada pode ser mais adequado do que simular um checkout.
2. Se o pedido pode ser fechado online
Considere uma loja quando catálogo, preços, estoque e entrega tiverem regras definidas. Antes da escolha de plataforma, desenhe o que acontece depois do pagamento: confirmação, separação, envio, atendimento e eventual cancelamento.
3. Se existe uma tarefa recorrente
Aplicação web ou PWA pode fazer sentido para uso frequente, como consultar informações ou acompanhar solicitações. Liste recursos necessários e valide suporte nos dispositivos do público. Aplicativo nativo exige análise própria, inclusive publicação e manutenção.
4. Se há uma rotina interna para organizar
Um sistema com banco de dados pode centralizar registros e etapas. Descreva usuários, permissões, regras e exceções usando exemplos fictícios. Comece por um fluxo que possa ser testado; não tente reproduzir toda a empresa em uma primeira entrega.
5. Compare o custo de operar
Além da criação, considere hospedagem, licenças, serviços externos, revisão de conteúdo e suporte. Uma solução simples bem operada pode ser mais útil do que uma aplicação extensa sem responsável por manutenção. Peça uma proposta com entregáveis e limites explícitos.
Uma dúvida comum
Posso começar pequeno e evoluir?
Sim, desde que a primeira versão e os limites de evolução sejam planejados. Algumas mudanças exigem revisão da estrutura, por isso vale discutir os próximos usos desde o início.